365 dias

Dia 365

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O último encontro (7/7)

Entreguei-me a um intenso orgasmo. E para minha surpresa ele também. Percebi pois apertou meu corpo com força e tremeu muito.

Mas, não acabou por aí.

Arrancou a camisinha, colocou outra imediatamente e me virou de frente.

- Agora me diga de uma vez por todas se está molhada. Coloca essa porra desse dedo aí, que eu quero ver.

- Mas se eu não colocar você vai me dar outro tapa?

Ele sorriu, e se aproximou de mim. Passou as mãos pelo meu pescoço encaixou o seu pinto dentro de mim, preenchendo-me por completo.

- Você é uma bonitinha muito atrevida – e apertou o meu pescoço com força. Senti o ar entrando ardido pelo meu peito e ele me soltou. Meu tesão era enorme. - Vai fazer o que eu mando agora, entendeu? - e apertou mais uma vez, me deixando sem conseguir falar. Balancei com a cabeça, indicando que sim.

Ele saiu de dentro de mim, e coloquei o dedo em mim.

- Diz que está molhada.

- Estou muito molhada.

- Muito bem, boa garota.

Sentou-se no sofá.

- Agora cavalga na minha piroca.

Fui para cima dele e comecei a subir e descer. Ele aperta o meu pescoço seguidas vezes, e dava alguns tapas na minha bunda e no meu rosto. Eu gozei mais duas vezes, enquanto ele me sufocava. Era bom demais.

E então ele parou, arrancou a camisinha e me deitou no chão.

Ficou em pé sobre mim e gozou em todo o meu corpo, espalhando a sua porra por todo meu corpo, meu rosto, meus cabelos.

Fiquei exausta, jogada no chão.

- Levante-se e vá embora. Vou me casar amanhã e minha noiva disse que eu poderia ter um último encontro. Quando te vi no meio daquelas garotas loucas, decidi que seria você. Nunca mais quero te ver.

- Então é só isso. Fui apenas o seu último encontro.

- Sim, é só isso.

- Então me coma mais uma vez.

E assim ele fez.

FIM

 

Foto: Fátima Azevedo

 

Dia 364

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O último encontro (6/7)

Lentamente tirei meu short. Minhas mãos tremiam muito, então foi uma tarefa difícil. Eu estava atordoada. Fiquei apenas de calcinha. Olhei para ele, com dúvidas do que deveria fazer.

- Tira tudo – seu olhar era desafiador.

Ainda com dificuldade, tirei o pequeno tecido que cobria o meu sexo.

- Agora enfia o dedo e me diz se está molhada.

- Não preciso colocar nada em mim. Já sei que estou molhada – não sei de onde surgiu aquela frase, mas ela saiu por entre os meus dentes antes que eu parasse para raciocinar.

- Tá muito ousada. Vira a bunda para apanhar.

Sem discutir, virei o meu corpo e fiquei com os joelhos no chão, apoiando o meu tronco no sofá. Fechei os olhos e fiquei aguardando o tapa, que para a minha surpresa não veio. Senti apenas a sua língua deslizando pelas minhas nádegas, e parando exatamente no meio. Ele sugava e enfiava a seus dedos no meu traseiro.

Ficou de pé, escutei o barulho de um saquinho de preservativo ser rasgado. Sentia meus batimentos cardíacos acelerados. Eu já sabia o que ele iria fazer, mas estava com medo da dor.

- Já que não quis fazer o que eu mandei vai apanhar na bunda – deu um tapa com força. - E, não vai levar só um tapa não. Seu cuzinho vai sentir toda a minha piroca nele.

E de uma só vez estocou com força o seu pinto em mim. Senti uma dor deliciosa e soltei um grito de prazer.

- Mais, enfia mais.

- Ah, bonitinha, você gosta de dar o cu, né? Pode deixar que eu fodo ele todinho.

E enfiava com muita força, segurando-me pelos quadris com uma mão e puxando os meus cabelos com a outra, como seu eu fosse uma égua que ele domava enquanto me comia.

- Rebola, bonitinha, rebola no meu pau...

E instintivamente era isso o que eu fazia.

Foto: Fátima Azevedo

 

Dia 363

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O último encontro (5/7)

- Calma, bonitinha... A única coisa que quero aqui hoje é que você goze muitas vezes...

E se abaixou na minha frente, aproximando seus lábios dos meus seios. Deslizou com a língua pelo bico do meu peito. Não consegui controlar e soltei um suspiro. Era muito tesão.

Encaixou a sua boca e começou a sugar um dos meus seios, enquanto seus dedos beliscavam o outro. Meu corpo tremia. Fechei os olhos e joguei a cabeça para trás, deixando toda aquela onda boa invadir o meu ser.

Depois ele trocou de peito, e sua mão subiu para o meu pescoço. Fez a menção que iria apertá-lo, como se quisesse me sufocar e aquilo aumentou o meu tesão.

Então juntou os meus seios, querendo sugá-los juntos. Levantou-se e começou a esfregar o seu pinto neles.

- Olha aqui, bonitinha... Ele tá doido para foder nessa sua bocetinha. Deixa eu ver se ela está bem molhadinha para mim...

Fiquei esperando que ele fizesse alguma coisa, mas permaneceu parado me olhando.

- Você está surda? Se não fizer o que estou mandando, vai sofrer as consequências.

O medo voltou a me dominar. Não entendia o que ele queria. O que ele estava mandando que eu fizesse?

- Arranca logo a porra desse short e me mostra essa bucetinha molhada, ou eu vou dar um tapa na sua cara.

Continuei travada, sem saber o que fazer. Ele aproximou a mão do meu rosto, e primeiro fez um carinho. Me olhou, sorriu, e estatelou um tapa em mim, que deixou minha bochecha ardendo.

- Eu te dei a chance de ir embora. Agora você vai fazer o que eu mando, ou vai sofrer muito. Tira a porra só short. Já mandei. Ou vai querer mais um desses nessa carinha linda?

O tapa me tirou do transe. Eu precisava sair dali. O perigo era muito grande. Um completo desconhecido estava me mandando tirar a roupa. O que eu iria fazer?

Obedecer.

 

Dia 362

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O último encontro (4/7)

Ele fechou a porta e finalmente soltou o meu braço.

- Se quiser ir embora, pode ir. Mas acho que quer ficar aqui comigo.

Eu não sabia o que queria. Fiquei parecendo uma estátua no meio daquele lugar. O que eu deveria fazer?

Um comichão passava pelo meu corpo.

Como eu não me movimentei, ele veio ao meu encontro, novamente me beijando com volúpia. Sua língua deslizava em movimentos frenéticos na minha boca, e mesmo sentindo-me completamente vulnerável eu respondia automaticamente.

Minha calcinha ficou completamente molhada, e senti um tesão incontrolável tomar conta do meu corpo.

Ele me pegou em seus braços e me levou até um sofá, despejando meu corpo com violência. Sem pestanejar, rasgou a blusinha que eu vestia, expondo meus seios, com o mamilos rígidos, e se afastou para olhá-los.

Sorriu, me assustando.

- Quem é você? O que vai fazer comigo? Estou com medo.

Mais uma vez ele sorriu, e sua gargalhada foi alta e sinistra.

Meu pânico se misturava ao meu medo. Eu sabia que tinha que ir embora dali. A porta estava destrancada. Bastava que eu saísse correndo e nada demais iria acontecer comigo. Não tinha passado de um susto.

Será que eu estava sonhando? Seria um pesadelo?

Ele se aproximou novamente e sussurrou em meu ouvido.

- Quer mesmo saber quem eu sou? Ou só que ver o que eu tenho a te oferecer.

E segurou a minha mão, levando-a até o meio das suas pernas, esfregando minha palma por cima da calça. Seu membro estava rígido, e quando o toquei ele soltou um suspiro longo, de prazer.

- Quer saber o meu nome ou quer ter o meu pau enfiado na sua boca?

Desabotoou sua calça e seu membro enorme surgiu à minha frente, completamente duro.

Foto: Fátima Azevedo

 

Dia 361

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O último encontro (3/7)

Ele tinha uma voz rouca, envolvente. Meu pânico se agravou. Senti o corpo travar, e ao contrário da velocidade que vinha até então, meu corpo travou, e as minhas pernas não conseguiam mais se mover.

O que era aquilo que estava acontecendo comigo?

O que aquele sujeito queria?

Por qual motivo ele me hipnotizada.

E, o pior de tudo, o que estava me fazendo achar aquele risco tão bom?

- Fale comigo, vai ser melhor para você.

- Quem é você?

- Isso muda alguma coisa?

- O que quer comigo?

- O seu corpo. E seus olhos deixam claro que também queres o meu.

Antes que eu pudesse me dar conta do que estava acontecendo, aquele estranho colou seus lábios nos meus e enfiou sua língua em mim, invadindo-me com um hálito de menta. Seu perfume amadeirado penetrou-se em minhas narinas. Meu suor escorria pelo corpo.

Não sabia o que fazer, mas o beijo era muito bom.

Assim que desgrudou sua boca da minha, puxou o meu braço que já estava ficando dolorido com a força que ele fazia para me prender, e foi me arrastando. Eu não tinha a menor ideia de para onde ele iria me levar, mas não fazia a mínima resistência.

Tinha consciência do perigo que estava correndo.

Era um estranho, um completo desconhecido, com olhos hipnóticos e sedutores, me carregando pelas ruas do Rio de Janeiro, e eu ali, sem saber o que fazer.

Minhas passadas eram muito menores dos que as dele, e por isso eu praticamente corria para acompanhar a sua velocidade. Sentia meu pulso ficando dormente, mas sabia que nada adiantaria eu reclamar, pois ele não me soltaria.

Sentia um misto de angústia e excitação.

Para onde ele me levava?

Meu coração disparado fazia com que minha mente ficasse ainda mais confusa e nebulosa. E depois de um tempo que não sei precisar qual foi, chegamos a um edifício, passamos pela portaria, subimos por um elevador e entramos em um apartamento luxuoso.

Foto: Fátima Azevedo

 
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